Esta semana, uma grande manifestação em Fortaleza me chamou a atenção. Uma multidão foi às ruas da capital cearense para reivindicar a legalização da maconha. Vivemos num país democrático e, portanto, ao povo é permitido este tipo de movimento. Até aí, tudo bem!
Por outro lado, respeito quaisquer liberdades de expressão, porém, penso que, com tantas coisas mais importantes para se discutir e protestar no nosso país tão sofrido, tão carente, onde se poderia estar exigindo do Estado a garantia de uma saúde de qualidade, uma educação de qualidade, entre outras tantas questões igualmente relevantes, acho desnecessário ou, pelo menos, inoportuno o fato de este grupo sair às ruas para reivindicar algo que, além de fazer mal à saúde, provoca sérios danos familiares, entre outros...
De certo que haja teoria dizendo que a legalização poderia amenizar alguns problemas como o tráfico, por exemplo. Porém, será que esta teoria teria mesmo bons resultados? Não é porque a legalização da erva em outros países deu certo que, obrigatoriamente, poderia dar certo no Brasil. As circunstâncias e realidades são bem diferentes.
É comum o senso de que drogas de efeitos mais leves abrem portas para que os usuários sigam para o caminho de entorpecentes mais “pesados” e, desta forma, acabam causando sérios danos à sociedade, de uma maneira geral.
Deste modo, como vivo numa democracia, meu pensar também é livre e, portanto, fazendo uso do meu direito, acho que estes que aí estão, poderiam estar reivindicando coisas mais relevantes, afinal, como o próprio nome diz, esse movimento aí é uma droga!
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