Pássaros cantam aos quatro ventos
Sua alegria infinita de viver.
Lá do alto, um sonho alado.
Entoam seu maior tesouro.
Da imensidão do céu azul
À tórrida terra estéril ou não
Barreiras ou limites são invisíveis
Para aquela pequena vida etérea.
E que motivos tem?
Cadê saudade imorredoura de outrora?
Onde guardaste teus penares?
Donde emana tamanho júbilo?
A verdade não está aos olhos
Nem ao pensamento, às vezes.
Transcende a imaginação
Como um voo absorto.
A resposta é grandiosa, mas singela
Como um bater de asas.
Trivial, mas sublime.
Minha canção se chama liberdade.
Neil Silveira
09.07.2015
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