22 de dez. de 2014

Ode a Iracema

Busco palavras ao léu
Para falar de alguém. 
Uma índia caiu do céu 
Ou será do além? 

Um mulher linda 
Mulher menina 
Que guarda consigo 
O dom do abrigo.

Guarda seus medos 
E o amor e segredos 
Para dar e receber 
O que diz não ter.

Parece até perdida 
Mas, na verdade, 
É incompreendida.

Compartilhar, amar, 
Soltar um suspiro profundo 
Depois voltar ao seu mundo 
Para de novo sonhar.

Como índia, é inspiração 
E assim, vira canção. 
Uma ode a tanta beleza 
Refletida por sua nobreza.

Nobres atitudes 
Denotam suas virtudes. 
Abrilhantam o seu ser 
Também pleno de saber.

Palavras não restam mais 
Apenas sentir sou capaz 
E demonstrar tamanho carinho. 
Sentimento recíproco não é sozinho

D´um simples encontro 
Surgiu o encanto. 
Despertando desejo 
Do proibido beijo.

A espera de outro momento 
Instiga de novo o alento. 
Enquanto isso, até lá 
Só resta com Iracema sonhar.

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